Mario Cavalcanti
por — 06/12/2007 em Notícias

Nokia fala sobre Internet e ambientalismo

Fabricante debate indústria da comunicação móvel e lança aparelho com matéria-prima orgânica

Divulgação: Nokia 3110 Evolve, com capas em matéria-prima orgânica.Holanda – A Nokia apresentou, durante a conferência anual Nokia World, sua visão para a indústria de comunicações móveis, prevendo mudanças rápidas impulsionadas pela convergência da mobilidade e da Internet. Foi discutida a necessidade do setor de aumentar a contribuição à sustentabilidade ambiental. O presidente e CEO da Nokia, Olli-Pekka Kallasvuo, em seu discurso de abertura do evento, destacou o compromisso da fabricante finlandesa com a condução e liderança de ambas as tendências.

– Estamos em uma nova era nas comunicações móveis e a Nokia está definindo o ritmo das mudanças, o que traz responsabilidades (…) Temos o compromisso de aumentar a consciência e o desempenho ambientais em todo setor, criando produtos e serviços que ajudem as pessoas a fazerem escolhas mais sustentáveis. Esta postura não se baseia apenas no que é responsável de se fazer, mas também faz muito sentido no âmbito dos negócios – disse Kallasvuo a uma platéia de aproximadamente 2,7 mil convidados.

Em busca de mais sustentabilidade ambiental

A Nokia também apresentou o que tem feito em relação a questões ambientais e seu compromisso de impulsionar outras iniciativas em áreas como eficiência energética, materiais utilizados, coleta de produtos, reciclagem e embalagem.

A apresentação sobre sustentabilidade teve como suporte o lançamento do Nokia 3110 Evolve, dispositivo móvel com capas em matéria-prima orgânica, constituídas de mais de 50% de material reciclável. O aparelho é vendido em uma caixa pequena, feita com 60% de material reciclado e vem com o carregador mais econômico já produzido pela Nokia, que consome 94% menos energia que as exigências impostas pela Energy Star.

Em fevereiro de 2006, a Nokia apresentou o novo conceito de embalagens compactas que diminuiu em 54% o uso de materiais, medida que, até o final desse ano, terá reduzido em cinco mil o número de caminhões necessários para distribuir produtos, diminuindo o consumo de combustível e as emissões de carbono. JW.

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